Cultura
A degradação do Cerrado coloca o futuro de Goiânia em risco
*Leonardo Rizzo
Neste Dia do Meio Ambiente, a preservação do Cerrado se apresenta como um tema central para o futuro de Goiânia. O Cerrado, bioma predominante na região, desempenha um papel fundamental na manutenção do equilíbrio ecológico e na qualidade de vida dos goianienses. No entanto, enfrenta uma crescente ameaça de desmatamento e degradação, que exige ações concretas e imediatas.
Goiânia está inserida no coração do Cerrado, um bioma que é um dos mais biodiversos do planeta. Ele abriga mais de 12 mil espécies de plantas, com cerca de 4.400 sendo endêmicas. Além disso, o Cerrado é conhecido como o “berço das águas”, contribuindo significativamente para as grandes bacias hidrográficas do Brasil, incluindo as bacias do Paraná, Tocantins-Araguaia e São Francisco.
A conservação desse bioma é essencial não apenas pela sua biodiversidade, mas também pelos serviços ambientais que oferece, como a regulação do clima e o fornecimento de água. Infelizmente, o Cerrado tem sofrido um processo acelerado de desmatamento. Em 2023, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) registrou que o bioma perdeu aproximadamente 8.000 km² de vegetação nativa, um aumento de 12% em relação ao ano anterior.
Para garantir a preservação do Cerrado e, consequentemente, a sustentabilidade de Goiânia, é necessário adotar medidas práticas e eficazes. A criação de corredores ecológicos é uma medida fundamental. Esses corredores conectam fragmentos de vegetação nativa, permitindo o fluxo genético entre diferentes populações de plantas e animais. Em Goiânia, a revitalização de áreas degradadas e a proteção de Áreas de Preservação Permanente (APPs) podem ajudar a criar esses corredores, promovendo a biodiversidade.
Implementar sistemas agroflorestais em áreas urbanas e periurbanas é uma estratégia sustentável que pode beneficiar Goiânia. As agroflorestas combinam o cultivo de árvores nativas do Cerrado com a produção agrícola, contribuindo para a recuperação do solo e oferecendo alternativas econômicas sustentáveis para a população.
Promover o uso de energia solar e outras fontes renováveis em prédios públicos e privados é crucial. A transição para energias limpas ajudará a reduzir a emissão de gases de efeito estufa, protegendo os recursos naturais do Cerrado e garantindo uma cidade mais sustentável.
A educação ambiental deve ser uma prioridade. Programas educativos nas escolas e comunidades de Goiânia podem conscientizar sobre a importância do Cerrado e ensinar práticas sustentáveis. A sensibilização da população é vital para a preservação a longo prazo.
A melhoria da gestão de resíduos sólidos é uma necessidade urgente. Promover a reciclagem e a compostagem, juntamente com políticas para reduzir a quantidade de lixo enviado aos aterros sanitários, contribuirá para a redução da poluição e a conservação dos recursos naturais.
A preservação do Cerrado é uma responsabilidade coletiva que deve ser encarada com seriedade por todos os setores da sociedade. Goiânia, como capital de um estado inserido neste bioma, tem a oportunidade de ser um modelo de sustentabilidade e conservação ambiental. As ações concretas propostas são passos essenciais para garantir um futuro sustentável para nossa cidade e para as gerações futuras.
Neste Dia do Meio Ambiente, é fundamental refletir sobre o papel de cada um na proteção do Cerrado e se engajar em iniciativas que promovam a sustentabilidade e a preservação ambiental em Goiânia. A cidade pode e deve liderar pelo exemplo, demonstrando que desenvolvimento e conservação podem andar juntos.
Leonardo Rizzo é empresário pré candidato a prefeito de Goiânia pelo Partido Novo
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Réveillon em Balneário Camboriú abre a temporada de cruzeiros em Santa Catarina.
Balneário Camboriú deu início oficialmente à temporada de cruzeiros 2025/2026 durante o Réveillon, consolidando-se como um dos principais destinos do turismo náutico no Brasil.
A temporada segue até 2 de abril de 2026 e deve movimentar cerca de 160 mil passageiros ao longo do período.
Ao todo, o município receberá 47 escalas de navios, com roteiros que incluem destinos nacionais e países da América do Sul, fortalecendo ainda mais a posição estratégica da cidade no cenário turístico internacional.

Um dos primeiros navios a atracar em Balneário Camboriú foi o Seabourn Venture, que chegou à cidade com origem no Rio de Janeiro e destino a Montevidéu, capital do Uruguai, marcando o início de um ciclo promissor para o setor.
A prefeita Juliana Pavan destacou a importância da temporada para o desenvolvimento econômico e turístico do município.
“Esta temporada colocará Balneário Camboriú em um setor de destaque no turismo náutico do Brasil, contribuindo diretamente para impulsionar a economia local. O município se preparou para ampliar o turismo de cruzeiros e oferecer uma experiência turística de altíssima qualidade”, afirmou o secretário de Turismo, Evandro Neiva.

Nesta temporada, Balneário Camboriú passa a integrar o seleto grupo de cidades brasileiras com porto de embarque e desembarque, ao lado de Santos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Maceió (AL) e Itajaí (SC). O primeiro embarque oficial a partir da cidade acontece em 26 de janeiro de 2026, com destino a Punta del Este (Uruguai), a bordo do navio Preziosa.
Com estrutura ativa há sete temporadas, o porto de embarque e desembarque funciona como uma ampliação do Atracadouro Barra Sul, contando com a atuação de autoridades federais responsáveis pela fiscalização e controle aduaneiro. O espaço foi projetado para garantir eficiência e segurança, com áreas separadas para embarque e desembarque, sistemas de escaneamento de bagagens, fluxos organizados e controle integrado de segurança e saúde.
Para a diretora executiva do Atracadouro Barra Sul, Juliana Tedesco, o impacto da operação vai além do turismo marítimo.
“Com o alfandegamento, teremos a presença de cruzeiristas por mais tempo na cidade, já que muitos chegam antes do embarque e permanecem em Balneário Camboriú após o desembarque, beneficiando toda a cadeia produtiva do turismo”, ressaltou.

Impacto financeiro positivo
A presença dos cruzeiristas representa um impacto expressivo na economia local. De acordo com levantamento da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (CLIA Brasil), em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), cada passageiro gasta, em média, R$ 710 nas cidades de escala. Já nos municípios com porto de embarque e desembarque, o gasto médio sobe para R$ 920 por pessoa.
Com números expressivos, infraestrutura moderna e uma temporada promissora, Balneário Camboriú reafirma seu protagonismo no turismo de cruzeiros e fortalece sua imagem como destino completo, sofisticado e preparado para receber visitantes do mundo inteiro.
FONTE: Mathaus Sanches

