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Autora best-seller do NY Times, Holly Black fala sobre o lançamento de “O Herdeiro Roubado”

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“O Trono do Prisioneiro” de Holly Black será lançado em 5 de março, publicado pela Hot Key Books

Após os chocantes eventos de “O Herdeiro Roubado”, o Príncipe Oak está em apuros mais profundos do que nunca. À medida que sua situação se torna mais precária, Oak está desesperado para encontrar uma saída, antes que todo Elfhame seja pego na tempestade que se aproxima.

O Príncipe Oak está pagando por sua traição. Preso no norte gelado e atado à vontade de uma nova rainha monstruosa, ele deve confiar em seu charme e cálculo para sobreviver. Com o Alto Rei Cardan e a Alta Rainha Jude prontos para usar todos os meios necessários para recuperar seu herdeiro roubado, será que Oak deve tentar recuperar a confiança da garota que ele sempre amou, ou permanecer leal a Elfhame e entregar os meios para acabar com seu reinado — mesmo que isso signifique acabar com Wren também.

Com a guerra se aproximando e a traição espreitando em cada esquina, nem a astúcia nem o engenho de Oak serão suficientes para manter vivos todos aqueles que ele ama. Ele terá algumas escolhas terríveis a fazer. O fantasia número 1 em vendas, “O Herdeiro Roubado”, também será publicado em brochura, em 5 de março de 2024.

Holly Black é a autora número 1 em vendas do New York Times de livros de fantasia, incluindo os romances de Elfhame, “A Garota Mais Fria de Coldtown”, as Crônicas de Spiderwick, seu debut para adultos, “Livro da Noite”, bem como um livro ilustrado arturiano chamado “Sir Morien”. Ela foi finalista do Prêmio Eisner e do Prêmio Lodestar, e recebedora do Prêmio Mythopoeic, um Nebula e uma Menção Honrosa Newbery. Seus livros foram traduzidos para 32 idiomas em todo o mundo e adaptados para o cinema. Atualmente, ela vive na Nova Inglaterra com seu marido e filho em uma casa com uma biblioteca secreta. “O Trono do Prisioneiro” é o mais recente romance de Holly, a conclusão do best-seller número 1 “O Herdeiro Roubado”.

Como você descreveria a jornada do Príncipe Oak de “O Herdeiro Roubado” para “O Trono do Prisioneiro”?

Em “O Herdeiro Roubado”, vemos os eventos do ponto de vista de Wren. A mudança para o ponto de vista de Oak coloca os eventos do primeiro livro sob uma luz diferente. E, se você leu “O Herdeiro Roubado”, então sabe que, no final do romance, Oak se encontrou preso pela garota que ama, então ele está começando “O Trono do Prisioneiro” com muitos novos problemas.

Oak está enfrentando desafios ainda maiores nesta sequência. O que os leitores podem esperar em termos de reviravoltas e desenvolvimento de personagens?

É difícil saber como falar sobre reviravoltas, mas acho que “O Trono do Prisioneiro” nos permite ver os aspectos dos poderes e da posição de Oak que o assombram e o fazem se sentir incapaz de estar verdadeiramente próximo das pessoas que ama.

Como o ambiente de Elfhame influencia os eventos e personagens neste livro?

Parte do romance se passa de volta nas ilhas de Elfhame, então a dinâmica familiar entrelaçada e a política lá são parte do que os personagens têm que enfrentar. Oak sendo herdeiro do trono — e o desejo de Jude de nunca negar-lhe essa posição — complicam seu relacionamento com suas irmãs, mãe e pai.

Pode nos contar um pouco sobre a dinâmica entre o Alto Rei Cardan e a Alta Rainha Jude neste volume?

Eles têm governado Elfhame por muitos anos, então tiveram tempo para se acostumar a estar no poder e a estar juntos. Acho que eles ainda são muito eles mesmos, embora, e suas prioridades nem sempre são as mesmas.

Além do conflito central, quais outros temas ou mensagens você espera que os leitores absorvam ao ler “O Trono do Prisioneiro”?

Se a série “O Povo do Ar” faz perguntas sobre quão monstruoso alguém está disposto a se tornar pelo poder, então acho que esta duologia faz perguntas sobre o que significa recusar o poder por medo da própria monstruosidade interior.

Qual foi o processo de escrita deste livro em comparação com os volumes anteriores da série?

Em “O Herdeiro Roubado”, tive que tomar muitas decisões sobre Wren e Oak como pessoas, então cheguei a “O Trono do Prisioneiro” com uma boa compreensão de quem Oak era, mas ainda é um desafio mergulhar mais profundamente em um personagem. E porque estávamos voltando a Elfhame, havia o desafio de equilibrar personagens já bem conhecidos por muitos leitores da duologia com os protagonistas reais destes livros.

Você é conhecida por criar mundos ricos e personagens complexos. Como você equilibra a construção do mundo de Elfhame com o desenvolvimento dos personagens nesta conclusão da série?

Obrigada! Acho que o importante em um livro como este é dar a todos o seu momento de ser astuto e também o seu momento de vulnerabilidade — e para Oak e Wren, dar a cada um uma conclusão para a sua história que seja sobre as suas jornadas individuais, bem como juntos.

Finalmente, que tipo de impacto você espera que “O Trono do Prisioneiro” tenha nos leitores e na série como um todo?

Essa é uma pergunta interessante! Acho que Wren e Oak são personagens muito diferentes dos que costumo escrever e espero que os leitores se vejam neles. Quanto à série, espero que os leitores gostem de estar de volta a Elfhame e estejam satisfeitos com a jornada que fizemos e ansiosos pelo que vem a seguir.

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Internacional

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição

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O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;

Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

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Cultura

Criação de lojas online e sites é com a Mox Mídia.

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Hoje em dia, podemos afirmar que é fundamental ter um site profissional para vender online seus produtos e serviços, além de contextualizar o público sobre a sua empresa. Além disso, para grande parte dos negócios, o segmento online representa uma quantidade significativa das vendas, tanto orgânicas quanto via campanhas.

Na Mox Mídia, toda a nossa inteligência tecnológica é voltada a desenvolver produtos ou sistemas para suprir a necessidade dos nossos clientes. Criar um website ou um sistema de gestão requer muito mais do que uma ideia ou uma equipe de programadores. Requer um time que analise os seus processos, entenda suas necessidades e construa uma solução definitiva para o seu problema.

Um website precisa ter um conteúdo único, explicativo, vendedor e bem escrito. Mas não podemos esquecer de manter a estrutura perfeito para buscadores. Este é o segundo fator mais importante para o sucesso da sua empresa no Google.

Nossa preocupação é construir uma base sólida para humanos e para a máquina, seguindo uma semântica ideal para indexar o seu site e trazer bons resultados orgânicos.

CONTATO:

Site:https://moxmidia.com.br/
E-mail: moxmidia@moxmidia.com.br
Telefone/ Whatsapp: (41) 9 9735-5599

 

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Ciência

Descarte irregular de resíduos automotivos ainda desafia o setor, enquanto Savana destaca ações sustentáveis no Paraná e Santa Catarina.

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No Dia Mundial do Meio Ambiente, concessionária Mercedes-Benz do Grupo Águia Branca destaca redução no consumo de água, destinação correta de resíduos e certificação ambiental em suas unidades.

Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, a Savana, concessionária Mercedes-Benz do Grupo Águia Branca, apresenta ações sustentáveis adotadas em suas operações e reforça a importância da destinação correta de resíduos automotivos. Pneus, materiais industriais, borrachas, óleos e sucatas metálicas exigem descarte adequado para evitar riscos de contaminação do solo e da água, além de impactos para as comunidades.

A Savana, por meio das suas 14 filiais, desenvolve anualmente iniciativas voltadas à redução no consumo de água, destinação correta de resíduos, eficiência energética e projetos sociais. As práticas adotadas contribuíram, inclusive, para a conquista da certificação ISO 14001, norma internacional de gestão ambiental conquistada pela empresa desde 2023.

 

 

Entre os principais resultados da concessionária está a redução de 16% na captação de água de poço na loja de São José dos Pinhais (PR) após a implantação de um sistema de reuso na oficina. A iniciativa utiliza uma estação própria de tratamento de efluentes para tratar a água utilizada nos processos operacionais e reutilizá-la na lavagem de veículos, reduzindo o consumo de recursos naturais.

“Quando falamos em sustentabilidade, precisamos falar sobre ações práticas e resultados concretos. O reuso da água mostra que é possível unir eficiência operacional, preservação ambiental e responsabilidade com as comunidades onde estamos inseridos. Nosso cuidado também envolve os uniformes das oficinas, desde 2006, eles são enviados para uma lavanderia industrial com tratamento específico para resíduos da atividade mecânica”, destaca Anderson Acassio Martins, coordenador Administrativo da Savana.

 

 

Já as lojas de São José dos Pinhais (PR), Curitiba Atuba (PR) e Joinville (SC) alcançaram uma média de 95% de destinação ambientalmente correta dos resíduos, resultado que garantiu à empresa a certificação Aterro Zero, concedida pela Sanetran Gestão de Resíduos, nos municípios paranaenses, e pela Bioconsultoria, em Joinville (SC). Materiais como pneus, papel, sucata metálica e borrachas passam por processos de reciclagem, coprocessamento ou reaproveitamento, reduzindo drasticamente o envio desses resíduos para aterros sanitários. Em Curitiba e São José dos Pinhais foram coletadas cerca de 1,222 toneladas e, em Joinville, 3,427 toneladas, em 2025.

“A gestão correta dos resíduos impacta diretamente o meio ambiente, a qualidade de vida das pessoas e o futuro do próprio setor automotivo. Quanto mais empresas avançarem em reaproveitamento de resíduos, eficiência operacional e redução de impactos ambientais, maiores serão os benefícios para as cidades, para a população e para as próprias empresas”, afirma Anderson, acrescentando que neste ano a Savana completou 20 anos de atuação no Paraná e em Santa Catarina, com participação no desenvolvimento econômico regional.

 

 

A Savana também investe em eficiência energética, por meio de placas solares instaladas nas unidades do estado, além de ações sociais e programas de conscientização ambiental com foco em colaboradores e comunidades. A empresa desenvolve ainda iniciativas como o programa “A Voz Delas”, criado para fortalecer a participação feminina no setor de transporte e mobilidade, além de campanhas solidárias.

 

 

Sobre a Savana
A Savana integra o Grupo Águia Branca e é especializada na comercialização de caminhões e veículos comerciais da Mercedes-Benz. Com forte presença nos setores de transporte e logística, oferece um portfólio completo de veículos, peças e serviços de oficina. Além disso, disponibiliza soluções em pneus e recapagem, garantindo performance e eficiência para os clientes do segmento de transporte de cargas.

 

FONTE: A Savana integra o Grupo Águia Branca

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